Notícias de 2000
Nova definição para nossas classes
O nosso ilustre colega, o Senhor Professor Doutor Guilherme Vieira Meyer, finalmente
encontrou uma definição que, ao seu ver, descreve com perfeição as nossas classes
(os Terceiros Bês 2000): "A Bêum são um monte de Nerds e a Bêdois são um monte
de Nerds que se acham manos..."
O Começo ou o Fim?
Estamos vivendo nossos últimos dias de colégio. Dia após dia, nosso último
semestre escolar vem se encurtando. O tempo está nos levando ao "gran finale", ao
desfecho de nossa vida como estudante de segundo grau. Mas seria isso um motivo
de alegria ou tristeza?
Alguns entre nós já eram portolóides na epoca em que a terra era uma bola de fogo,
flamejante, em chamas, girando em torno de uma outra bola de fogo muito maior
(essa, por sinal, também já era flamejante e estava em chamas), outros chegaram
mais tarde e pegaram o bonde andando, mas esses tiveram todos os vestígios
de suas vidas anteriores apagados pela nosso "Oz do Bê Brainwashing System".
Bla bla bla bla. O fato é que agora estão todos no mesmo barco e esse, por sua
vez, está afundando mais rapido do que parece (oh, Rose! Rose! - Jack, Jack!)
Existem aqueles que estão muito felizes de estar finalmente deixando o cólegio,
se libertando das apertadas amarras escolares impóstas pelo sistema (que está todo errado)
e abrindo as portas para um novo mundo, no qual tudo será diferente, colorido e florido
(acreditem, eles existem). Entre nós há também aqueles que não querem deixar a
escola de forma alguma e optaram por prolongar o sofrimento (ou a festa) por mais
2 anos (bzw. 1 ano e 1/2), fazendo abiturismos, abifarofas e abifestinhas. No caso esses seriam
os Abilunáticos (they are in between us). O fato é que o tempo está se
esgotando e com todo o stress do vestibular e tudo mais, o pessoal não está se dando conta de que
nunca mais vai ouvir: "So Kinder, so, also, so... Jetzt reichts! Ich will nichts hören. Du bekommst jetzt
nicht nur ein Ohne Hausaufgabe, sondern auch eine mündliche Note Null. ...Und du weist:
die histôrria Note wird dich diesmal nicht retten. Diese dónna Dhiva... die ist zu lieb, ich verstehe
es nicht". No fundo (bem lá no fundo) todos irão sentir falta desses anos, que praticamente já fazem
parte do passado (não sei por que, mas o exemplo usado não foi muito apropriado).
Batalhas Míticas
(O confronto de gerações)
[Extenção 001 do Artigo Zero da forma Parafrasial informativa, na intensão de coerência
multidirecionada transidental.]
Como tudo tem um porém, este caso não é uma exceção (apesar de toda regra ter suas exceções).
Bom, não sei se você está me entendendo (ninguemindende), mas isso não importa, as regras e
exceções também não importam. O importante é que o banco real da... desencana, isso também não
importa. Então, voltando o assunto... Além de estarmos abandonando o campo de convivência
com nossos colegas, estamos também abandonando o local no qual foram travadas grandes
batalhas, de proporções monstruosas. Essas batalhas se deram durante os longos e árduos anos
de nossa destrutiva guerra escolar - uma guerra entre alunos e professores que durou
aproximadamente 11 anos e que teve como resultado muitos mortos, feridos, expulsos
e repetidos.
Agora que esta guerra está chegando ao fim, iremos finalmente nos livrar de nossos
arque inimigos. Aqueles professores maléficos, suas risadas e vozes cabulosas, e suas constantes
torturas não mais estarão em nossas mentes toda manhã quando acordamos, nem em nossos
pesadelos todas as noites. Não seremos mais controlados por um sistema falido,
nem obedeceremos às ordens de pessoas que pretendem ser monarcas, governando de
sua "sala dos professores" e usando os frascos e comprimidos como seus escravos.
Somos todos vítimas do destino, que nos pregou uma peça e irônicamento prendeu bem aqueles
que tem uma profunda aversão aos professores às amarras do ensino - os alunos.
Não é (e nunca foi) mole não... . Sempre procuramos lutar pelos nossos
direitos. Sim, é claro, não se pode ganhar sempre. Houveram batalhas
vitoriosas nas quais conseguimos alcançar objetivos e sonhos (como a
tranferencia de alunos no mercado interclassial do Bê) e também
derrotas, nas quais perdemos muitas coisas de valor (ou deixamos de ganhar).
Mas toda guerra exige seus sacrificios, afinal de contas "somos todos soldados armados ou não".
Com esse pensamento em mente, e citando as sábias palavras do Floyd Cor-de-Rosa ("We don't need no
education"), seguimos sempre em frente, mantendo nossas cabeças erguidas, sem "hard feelings"
(hard feelings = sentimento duros).
A) Depois de ler tanta coisa inutil e sem sentido, esqueça essa sensação de "eu perdi meu tempo" e
reflita. Eu disse todo mundo refletindo: homens, espelhos e até mulheres, que não fazem isso com
muita freqüencia (vocês sabem que é brincadeira. Estamos apenas citando o Leandro). Pense, faça
o tico encontrar o téco; deixe o ar invadir o vazio entre as suas orelhas (pois ar conduz melhor do
que vácuo) e ligue os pontos entre o neurônio A e o neurônio B. Veja por esse lado (e olha que nós
temos ao menos 1 ponto): "Apesar desses caras serem idiotas completos, fazerem um
monte de eurros analfabéticos, de vez em quando zusammenputten três languages, e escreverem
textos que me dão TIC-TICs nervósos, deve haver um fundo (muito fundo) de verdade no que eles
falam".
B) Se você conseguiu realizar a difícil tarefa da aufgabe A, então pare de se lamentar e tente lembrar
de como foram bons nossos "anos dourados" no Porto e perceber que em breve, tudo isso ira
fazer parte do passado. Será um livro de memórias - as nossas melhores talvez. Será esse o começo
ou fim? O começo de uma vida totalmente diferente, talvez. O fim de um dos melhores capítulos de
nossas vidas, muito provavelmente. Motivo para suicídio, depende... humm... talvez pra alguns
(mas se você pensa em se matar, espera pelo menos passar um cometa maneiro, pro seu espírito
pegar carona em seu rabo e ser guiado para Coloridolandia, onde tudo é muito mais shinybright).
O inicio de um novo estilo de vida para todos, com certeza. Mas certamente, não o fim das muitas
amizades e conquistas alcançadas. Não o fim da Nova Geração do Bê, que ainda vai escrever
muitas memórias... (a menos que agente faça um suicídio coletivo e pegue carona no Haley para
a Coloridolandia.... Vamo aí?)
Notícias de 1999
Aviso aos Navegantes
Nos últimos meses temos ouvido diversas críticas sobre a página, do tipo: "Nossa como essa página demora!"
ou "É sempre o mesmo grupinho de pessoas que é mencionado na página!". Tenho que mencionar que isso
é frustrante. A grande maioria da galera não faz nada, não escreve um texto, não empresta uma única foto
e vem reclamar que só agente aparce no site.
Gostariamos de informar a estas pessoas que não fazemos isto por mal - nós simplesmente não temos fotos
de todo mundo e não conhecemos todos os individuos das duas classes bem o suficiente para aloprar legal
com suas fichas tecnicas.
Seria muito legal se começacem a aparecer voluntarios para escrever textos (principalmente os perfis da B1),
para arrajar umas fotos de pessoas da B1 e B2 e dar sugestões. Pedimos a colaboração das duas classes.
Se você tem fotos, textos, ideas criativas e bobas ou simplesmente quer ajudar mas não sabe como, comunique-se
via e-mail ou procure o Sponk (Andreas) ou o Gaga (Gabriel) no recreio.
Sinta-se livre para mandar qualquer besteira que você acha que combina com o site.
Pretendemos mencionar todos as páginas ligas a nossa classe (tipo a do Blackdevil, a
do Guilherme, Masson, Matias) na página de Links. Se alguém estiver interessado favor entrar em contato assim que possível.
Bye bye Abi
Depois de um longo período frequentando o Porto Seguro e após varios anos de tortura,
os últimos membros dos Oz do Bê Originais deixam o recinto
escolar. No dia 28 de outubro de 1999 o Abi99 escreveu a sua última prova e deixou
sua sala vazia para nunca mais voltar.
Agora ele estão prontos (ou nem tão prontos) para iniciar a vida pós-escola. Muitos deles
vão estudar na Alemanha, Canada ou EUA e muitos deles nunca mais serão vistos por essas bandas.
Com certeza muitos da Nova Geração mau podem esperar para chegar logo a esse estágio da vida e
deixar a Senzala Visconde de Porto Seguro, mas garantidamente todos aqueles que estão se divertindo
na escola, rindo, encontrado Oz Amigoz e zuando com os professores, vão sentir muita falta destes
anos. Portanto um conselho para aqueles que ainda não perceberam que estão vivendo alguns
dos melhores anos de sua vida: Curtam esse último ano que temos pela frente, pois depois as coisas vão
ser muito diferentes e muitos daqueles que acham que não vão sentir falta destes anos, vão desejar revive-los.
Gaga lança "O Só"
"Sóóóóóóó... !!!!"
- Obra literaria de GAGA, 1999, "O Só"
O Caso Maçon
A primeira coisa a dizer a respeito é: "Puüüatzzz!!!"
Todos aqueles que conhecem Massom e conviveram com ele nos últimos meses, sabem do que se trata.
Pode se dizer que este sujeito virou uma fonte de divertimento constante para alguns, que passam todos os recreios "brincando" com ele, e um
motivo de risos não tão frequentes para outros. É dificil encontrar alguém, seja da B1 ou da B2, que ja não tenha dado umas boas risadas
as custas dele. Entre as frases mais faladas ultimamente estão: "Eu não acredido. Olha o Massom!" e "Aeeehh Masçon!!! HAHAHAHA".
Até pouco tempo atraz todos pensavam ter vivenciado todo o "poder de fogo" de Maççon, mas ele realmente conseguiu se superar.
Durante uma palestra sobre universidades na alemanha, no auditório do CVPS, o representante do "Goethe Institut", que apresentava
a palestra, perguntou se a platéia tinha alguma dúvida. Maçsom no auge de sua genialidade levantou a mão, pegou o microfone e
começou a fazer propaganda para sua homepage.
Depois da palestra ele teve que ouvir um sermão do diretor, Herr Herman, que começou dizendo: "Du bist ja ne Pflaume! Du kanst doch
nicht einfach hier Werbung für deine Homepage machen!"
Muitos se perguntam como é possível. Será que o mundo esta zuando o Maçon ou ele esta zuando o o mundo? - S.D.E.
Dúvida Existencial
Por varios anos a nossa classe viveu em harmonia. Nascemos crescemos e nos reprodu... hmm... e vivemos juntos grande parte
de nossas vidas. Conhecemos novas pessoas e inventamos novas manias (sem falar naquele número estranho escrito
acima da nossa porta, que fica mudando todo ano). Após oito anos de convivencia descobrimos um objeto (brinquedo) novo:
O Cone. Passamos um ano enconando pessoas, brincando de megafone e inventando os mais diversos rituais.
Mas no início de 1999, após varias tentativas de sequestro e furto, a diretoria finalmente levou nosso cone e usou-o na rua, em frente a
à escola, como se ele fosse um cone qualquer. O Cone foi então resgatado e levado a um lugar seguro.
Os dias que se seguiram foram tediosos. Não podiamos levar o cone devolta para a classe pois sabiamos que lá ele estaria correndo
risco.
Percebemos então que era preciso evoluir, amadurecer e tentar se desprender do passado, sem esquecer os erros cometidos.
Decidimos usar (bricar com) algo que estivesse perto de nós e que não pudesse ser tirado de nós. Descobrimos
então O Extintor. Um objeto que esta sempre lá quando precisamos dele e ao mesmo tempo esta (de certa forma) escondido de nossos
inimigos. A diversão proporcionada pelo extintor é consideravelmente maior, porém limitada.
Ponderando sobre o assunto, um de nossos colegas questionou a divinidade do Cone e lançou uma dúvida cruél: "Será que nós não
somos A Classe do Extintor?" De fato pode-se dizer que O Extintor substituiu O Cone em varios aspectos, mas será certo por O Cone
de lado e ignorar seu valor simbólico? Iria isso afetar a nossa imagem?
Essas são perguntas dificeis de ser respondidas que exigem horas de meditação e muita dor de cabeça e que podem facilmente ser
postergadas. Por esses e outros motivos serão discutidas em um futuro remoto ou quando alguém quiser descutir.